domingo, 13 de novembro de 2011

Ator Douglas Sampaio conta sobre seu personagem na Malhação que é Cadeirante


Ator Douglas Sampaio
O jovem inconsequente ganhou cara nova em “Malhação”. Em sua estreia na televisão, Douglas Sampaio interpreta Jefferson, um rapaz apaixonado por pichação. Ao tentar deixar sua marca em um lugar bem visível, o personagem sobe em uma marquise de um prédio. Com a chegada da polícia ao local, ele tenta finalizar depressa o desenho, mas acaba se desequilibrando. Com a queda, o rapaz fica paraplégico. “Ele sempre achou que nunca fosse acontecer nada com ele e, numa dessas, acabou se dando mal”, conta o ator.
Por outro lado, depois da tragédia, Jefferson contou com a ajuda do irmão para conseguir driblar as dificuldades e ter a vida de um jovem como qualquer outro. “Acho que o legal de falar sobre o cadeirante é não mostrá-lo como uma coisa triste. Ele namora, se diverte, toca, faz tudo como qualquer pessoa comum”, opina Douglas, que não esconde a identificação com seu personagem. “Ele é bem moleque, é do subúrbio, é bem a minha cara”, compara.
Com o início marcado pelo excesso de autoconfiança, a história de Jefferson depois da queda que o deixou paraplégico é pautada na superação. “Para mim, é muito bom, como ator, ter uma mudança assim, poder mexer com emoções completamente diferentes vivendo um mesmo papel”, constata ele, que não esconde a satisfação de trabalhar com veteranos como Kadu Moliterno, Letícia Spiller e Virgínia Cavendish logo em seu primeiro trabalho na tevê. “Sempre sonhei estar aqui. É um grande aprendizado. Eles são verdadeiros professores”, completa.
Nome: Douglas Sampaio.
Nascimento: 24 de fevereiro de 1993, no Rio de Janeiro.
Na tevê: “Malhação”.
Nas horas livres: “Eu toco. Tenho uma banda de pop rock, a D’Trix “.
No cinema: “À Procura da Felicidade”, de Gabriele Muccino.
Livro: “O Homem da Máscara de Ferro”, de Alexandre Dumas.
Música: “Tempo Perdido”, do Legião Urbana.
Prato predileto: Miojo.
Pior presente: “Blusa. O tamanho tem que ser muito certinho”.
O melhor do guarda-roupa: “Calça”.
Mulher bonita: Letícia Spiller.
Homem bonito: Reynaldo Gianecchini.
Cantor: Renato Russo.
Cantora: Alcione.
Ator: Wagner Moura.
Atriz: Cássia Kiss.
Animal de estimação: Cachorro.
Perfume: Malbec.
Escritor: “Não ligo para isso”.
Arma de sedução: “Olhar”.
Programa de índio: “Sair quando está chovendo”.
Melhor viagem: “São Paulo, Aparecida do Norte”.
Sinônimo de elegância: “Ser discreto”.
Melhor notícia: “Passar em ‘Malhação’”.
Gula: “Chocolate”.
Inveja: “Odeio”.
Ira: “Não tenho”.
Luxúria: “Sorriso”.
Cobiça: “Ser reconhecido no meu trabalho”.
Preguiça: “Preguiça de acordar”.
Vaidade: “Sou sempre vaidoso demais”.
Mania: “Coçar o cavanhaque”.

Filosofia de vida: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz”.
Personagem Jefferson em Malhação
Douglas Sampaio em seu personagem Jefferson de "Malhação"

Fonte: http://televisao.uol.com.br

Arte com a boca Uma lição de vida pela arte

Uma lição de vida pela arte

Rio – “O que hoje parece um fracasso pode vir a ser a passagem que o conduzirá à felicidade que você jamais conheceu”. A frase está no verso do cartão de visitas do artista plástico Marcelo Cunha, 41, que reproduz em telas a sua versão de fotos produzidas por Sebastião Salgado. Marcelo é tetraplégico e pinta com a boca, no ateliê adaptado na varanda de sua casa na Freguesia, em Jacarepaguá. Por todas as lições de vida que passa a quem conhece sua arte, ele recebeu de O DIA a 23ª medalha Orgulho do Rio.

Com muita humildade, Marcelo reagiu com emoção à entrega do prêmio: “O caminho é esse. Ainda tenho muito o que conversar com essa juventude maravilhosa!”

Depois de descobrir seu dom, Marcelo passou a fazer palestras motivacionais para grupos de trabalhadores e estudantes da rede pública: “Tenho certeza de que algumas sementes ficarão, ajudando-os a vencer as próprias dificuldades”. Passou a expor nas galerias das grandes capitais e várias de suas obras foram premiadas, concorrendo com artistas convencionais. Com um adaptador à boca, teclou cada um dos caracteres que fazem parte do livro ‘Acreditar é preciso’, que lançará ano que vem.

Tragédia que fez descobrir um dom

Marcelo adorava esportes. Corria na São Silvestre, fazia ciclismo, jogava futebol, era diretor do Clube dos Desbravadores e sonhava tornar-se paraquedista. Aos 21 anos, numa excursão a Casemiro de Abreu, mergulhou de altura de 6 metros numa cachoeira e fraturou duas vértebras.

Depois de descobrir ainda que sofria de epilepsia, passou 6 anos deprimido. Mas ao ver reportagem na TV, entrou em contato com a Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, em São Paulo, e teve apoio para desenvolver dom que jamais imaginou ter.

Inspirado no impressionismo, criou técnica que chama de “risquismo”. Com minúsculos traços produzidos por diferentes pincéis, movimentados em várias direções, compõe a imagem. A tela é resultado de milhões de risquinhos de várias espessuras que, a distância, parecem uma foto.
FONTE: O Dia

Parapan tem festa de abertura com homenagem e folclore mexicano

Puxados por André Brasil, atletas brasileiros prestigiam evento e exibem maior delegação da competição, superada em aplausos apenas pelos donos da casa.

No céu negro da noite de Guadalajara, a lua brilhou solitária. Neste sábado, todas as estrelas desfilaram pela pista do Estádio de Atletismo. Diante dos milhares de mexicanos que lotaram as arquibancadas, mais de mil atletas exibiram as cores de seus países na abertura dos Jogos Parapan-Americanos. Em uma bela festa marcada por homenagens e embalada por muita música, a maior competição paradesportiva do continente foi oficialmente iniciada.
André Brasil na abertura do Parapan de Guadalajara (Foto: Bruno de Lima / FOTOCOM.NET)André Brasil leva a bandeira na abertura do Parapan de Guadalajara (Foto: Bruno de Lima /     FOTOCOM.NET)

Assim que as luzes do estádio se apagaram, foi respeitado um minuto de silêncio seguido de salvas militares. Na última sexta-feira, um acidente aéreo ao sul da Cidade do México fez sete vítimas fatais, dentre elas o Ministro do Interior do país, Francisco Blake Mora. As bandeiras do estádio ficaram a meio mastro.

Após a execução do Hino Nacional local, as delegações entraram em cena. O nadador André Brasil, porta-bandeira, abriu passagem para os 221 compatriotas que o seguiram. O mar de casacos amarelos mostrava a maior equipe nacional de toda a competição.

Abertura do Parapan de Guadalajara (Foto: Bruno de Lima / FOTOCOM.NET)
                                    Atleta se prepara para acender a pira do Parapan
                                         (Foto: Bruno de Lima / FOTOCOM.NET)


O público participou ativamente da celebração, e se superou nos aplausos a cada novidade que via. O Haiti, com apenas dois esportistas, foi fortemente saudado. O time peruano, que foi puxado por um casal de esportistas dançarinos com vestimentas típicas, também fez sucesso. Mas nada comparado ao desfile dos anfitriões. Quando os mexicanos foram anunciados pelo sistema de som, os gritos de apoio foram ensurdecedores. Com sombreros na cabeça, os donos da casa fizeram justiça ao espetáculo e iluminaram ainda mais a noite, que teve ainda apresentações de cantores locais e grupos de dança folclórica, com mariachis e charros (espécie de vaqueiros).

Governantes e autoridades fizeram seus discursos – legendados em inglês em dois telões e traduzidos simultaneamente na linguagem de sinais para deficientes auditivos - e enalteceram a importância do evento como impulsor da transformação da cidade e do estado de Jalisco. Mais ainda, colocaram o esporte como uma das principais ferramentas de inclusão social e disseminação de ideias como o respeito e a igualdade.

sábado, 12 de novembro de 2011

Entre os dias 12 e 20/11, 223 atletas vão representar o Brasil nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara e esperam repetir o bom resultado do Parapan do Rio.

Logotipo dos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara 2011
Entre os dias 12 e 20 de novembro, 223 atletas vão representar o Brasil nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara 2011. Eles competirão em 13 modalidades e esperam repetir o bom resultado do Parapan do Rio, quando o país alcançou o primeiro lugar no quadro geral de medalhas.

Para entrar no clima e ficar mais por dentro dos Jogos, que tal ler um pouco mais sobre cada uma das modalidades? Veja:

Atletismo
Nos últimos Jogos Parapanamericanos no Rio de Janeiro, em 2007, o Brasil terminou em primeiro lugar geral, com 25 medalhas de ouro, 27 de prata e 21 de bronze, totalizando 73 medalhas na modalidade. Em Guadalajara, a equipe quer melhorar essa marca. Terezinha Guilhermina, Lucas Prado, Shirlene Coelho, Odair Santos e Yohansson Nascimento são destaques mundo afora. Alan Fonteles e Jenifer Santos são apostas juvenis.

Basquete em Cadeira de Rodas
Desenvolvido por americanos como forma de reabilitação para soldados da Segunda Guerra Mundial, o Basquete em Cadeira de Rodas rapidamente se disseminou ao redor do mundo e já é praticado em mais de 80 países. No Parapan do Rio 2007, o Brasil conquistou o 4º lugar no feminino e o 3º no masculino.

Bocha
Acredita-se que a Bocha surgiu ainda na Grécia Antiga, como exercício de paciência, tática e habilidade. Hoje, a modalidade é praticada em mais de 50 países ao redor do mundo. O Brasil conta com grandes atletas e busca medalhas em Guadalajara.

Ciclismo
O ciclismo paraolímpico surgiu, primeiramente, como um esporte apenas para deficientes visuais. Com o tempo, a tecnologia avançou e novos equipamentos foram criados, possibilitando a inserção de atletas com outros tipos de deficiência. É dividida em Trilha e Pista. Os brasileiros mais renomados são Soelito Gohr, Lauro Chaman e João Schwindt.

Futebol de 5
Praticado por quatro atletas deficientes visuais (jogadores de linha) e um não deficiente (goleiro), o Futebol de 5 é muito forte no Brasil. Nossa seleção é bicampeã mundial e ouro nos Jogos de Pequim 2008. No Parapan o objetivo é claro: o topo do pódio, como aconteceu nos Jogos do Rio 2007.

Goalball
Criado com o objetivo de reabilitar soldados que perderam a visão durante a Segunda Guerra Mundial, o Goalball rapidamente se disseminou e hoje é um dos esportes mais populares do Movimento Paraolímpico, sendo praticado em mais de cem países. É o único esporte do programa criado exclusivamente para o esporte adaptado.

Halterofilismo
Com atletas de mais de cem países competindo em torneios internacionais, o halterofilismo é um dos esportes que cresce mais rápido atualmente. A classificação para a modalidade é feita unicamente através do peso. Portanto, atletas com diferentes deficiências competem juntos pela mesma medalha.

Judô
O Judô para Cegos é a única arte marcial do Programa e sempre reserva grandes emoções para o público. O brasileiro Antônio Tenório é um dos grandes atletas do mundo.

Natação
A tradição brasileira dentro das piscinas é notável. No Parapan do Rio 2007, o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo apenas para o Canadá, com 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze. Os medalhistas paraolímpicos Clodoaldo Silva, Daniel Dias, Andre Brasil e Edênia Garcia são alguns nomes de peso.

Tênis de Mesa
No Parapan do Rio 2007, o Brasil foi campeão geral da modalidade com 26 medalhas, sendo 11 de ouro, sete de prata e oito de bronze. O objetivo é repetir a grande campanha em Guadalajara, no próximo mês de novembro.

Tênis em Cadeira de Rodas
O Tênis em Cadeira de Rodas foi criado há mais de 35 anos e ainda hoje é um dos esportes paraolímpicos que mais cresce no mundo. A principal diferença para o tênis tradicional é que a bola pode quicar até duas vezes. Carlos Jordan, Maurício Pomme e Natália Mayara são alguns dos grandes nomes do Brasil na modalidade.

Tiro com Arco
Uma distância de 70m separa os atletas do alvo, que mede 1,22m de diâmetro, sendo formado por dez círculos concêntricos. Em cada tentativa, a concentração é fundamental para os arqueiros. A modalidade surgiu como uma atividade de recreação e reabilitação para seus praticantes – em princípio, lesionados medulares - e já conta com história de mais de 50 anos.

Vôlei Sentado
O Voleibol Paraolímpico é um esporte muito recente, se comparado com outras modalidades. Inventado na Holanda nos anos 1950, é uma combinação do vôlei tradicional com o esporte alemão Sitzbal, que as pessoas praticavam sentadas. Sua popularização foi rápida: já estava presente na Paraolimpíada de Arnhem, em 1980, e hoje é praticado em mais de 50 países.

Fonte: http://www.cpb.org.br

Cão amputado exemplo SUPERAÇÃO corre com próteses nas 4 patas

Aplicado com sucesso em seres humanos, o implante de próteses já é uma realidade também para cães e gatos. Essa é a história de Naki’o, um cão do Nebraska, nos Estados Unidos, que ficou preso no gelo no começo do ano. O animal precisou amputar as quatro patas. Com pena do bicho, um veterinário arrecadou fundos para conseguir a compra da prótese. Um grupo de ortopedistas se dispôs, contagiado, a operar Naki’o de graça em junho.
O cão levou um tempo para se adaptar, mas aparecia correndo, pulando e brincado pouco tempo depois. Criadas sob medida e a prova d´água, patas mecânicas como as de Naki’o custam a partir de US$ 800 e ficam prontas em 15 dias. As próteses só podem ser adaptadas em membros que não sofreram amputação total. Embora 95% da clientela seja composta por cães, a empresa já desenvolveu próteses para outras espécies, como gatos, lhamas, bezerros e até alpacas
.


 
Fonte: G1

Para-atletas dão lição de vida e são esperança de medalha para o Brasil

Conheça duas histórias de superação no esporte brasileiro. São lições de vida que podem render também medalhas para o país.
Planos? São muitos. “Quero tanta coisa, até difícil de falar. Em relação à paracanoagem, eu quero estar em 2016 representando o país e buscando a medalha de ouro”, comenta Fernando Fernandes, atleta da paracanoagem.
Fernando Fernandes ganhou fama no Big Brother Brasil 2. Em 2009, ele sofreu um acidente de carro e perdeu os movimentos das pernas.
A canoagem surgiu como forma de fisioterapia e o levou a disputar competições pelo mundo. Fernando é campeão sul-americano e mundial. “Não são deficientes praticando esporte. São eficientes praticando esporte em alto nível”, destaca.
Às vezes é um reencontro. O esporte, deixado para trás por causa de uma deficiência, volta à vida de quem, por exemplo, sofreu um acidente. Foi assim com o Marcos Alves, mas essa reaproximação demorou um pouco mais. Foram 17 anos sem montar, depois que uma queda de um cavalo o deixou paraplégico.
Antes do acidente, Marcos disputava campeonatos de salto. Hoje ele monta no triciclo para ensinar.
“Ele consegue, realmente, passar para os alunos dele o que você tem de fazer e nos encoraja a acreditar que a gente é capaz de fazer”, destaca uma jovem.
Um dia, de tanto insistir, uma aluna conseguiu fazer Marcos voltar a montar. Ele descobriu o hipismo adaptado. Na prova, ele guia o animal, que precisa fazer alguns movimentos na pista. Desse jeito, Marcos ganhou medalhas em Parapanamericanos e Paraolimpíadas.
“Ter a oportunidade de novo de estar em cima de um cavalo, que sempre foi tudo para mim, foi muito bom. Isso dá um algo mais na sua vida muito grande. O dia a dia de dormir e saber que amanhã eu tenho mais”, diz Marcos Alves, atleta do hipismo adaptado.
“Quando eu estou em cima do caiaque, parece que o caiaque são as minhas pernas. Eu consigo flutuar. Eu falo que consigo flutuar e andar sobre as águas”, compara Fernando Fernandes, atleta da paracanoagem.



Fonte: Ser lesado

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Japoneses desenvolveram robô cão-guia para pessoas com deficiência visual

Robô cão-guia
Pessoas com deficiência visual encontram diversos obstáculos para se locomover nas ruas das grandes cidades e a melhor opção para elas é ter um cão-guia. Mas o acesso aos cães treinados não é para todos e pensando em tornar mais acessível o sistema de locomoção, uma empresa japonesa desenvolveu um robô cão-guia.
O robô, que ainda não possui nome definido, foi desenvolvido e equipado para servir pessoas com deficiência visual como se fossem os animais de verdade.
De acordo com o TechCrunch, a NSK começou a trabalhar no projeto em 2005 e o novo modelo do robô cão-guia é capaz de atingir velocidade de 3,8 quilômetros por hora.
O robô cachorro possui quatro juntas nas quatro patas, permitindo que o protótipo caminhe como se fosse um ser humano. Ele ainda é equipado com câmeras e sensores para ajudar os humanos a caminharem tranquilamente e sem riscos.
E segundo o Plastic Pals, o robô foi equipado com sistema de reconhecimento de voz, permitindo que ele seja facilmente comandado, GPS e mapas.A NSK planos de comercializar o protótipo em 2020 e até lá irá trabalhar para aprimorar os recursos e sensores do robô cão-guia.
Um vídeo produzido pela empresa mostra o robô cão-guia em ação e pode ser conferido no YouTube.